terça-feira, 28 de agosto de 2012

Projeto 365 - 177º


Projeto 365 - 176º

 

domingo, 26 de agosto de 2012

What doesn't kill you makes you stronger


What doesn't kill you makes you stronger
O que não te mata, te deixa mais forte
Stand a little taller
Te faz sentir no topo
Doesn't mean I'm lonely when I'm alone
Não quer dizer que estou solitária, quando estou sozinha
What doesn't kill you makes you a fighter
O que não te mata, te torna um lutador
Footsteps even lighter
Deixa os passos mais leves

Posso dizer com todas as palavras do mundo que é exatamente assim que eu me sinto hoje, uma musica nunca veio a calhar como nesse momento. 
Eu nunca imaginei que passaria por alguma coisas novamente, mas devo dizer que não aprendi com os meus erros, devo continuar errado sempre no mesmo ponto. 
Esta sendo como um  dejavu, eu estou vendo tudo acontecer de novo, e de novo eu não sei o que eu devo fazer, não sei a onde voltar pra concertar.
Mas o que não te mata de deixa mais forte não é? 
Não eu não vou morrer por isso, mas sinto que mais uma vez eu cai e por mais que tenha alguém ali do lado me segurando, sinto que os joelhos enfraqueceram de novo e queda esta próxima
Não posso me considerar uma lutadora, por lutar por algo que já esta perdido.
Mas me ensinaram a nunca desistir sem lutar. 
E como sempre, lutar e sair de cabeça erguida por saber que eu fiz sim o melhor e seguir em frente.

Mas devo dizer coisas que estão me deixando louca por dentro. 
Eu preciso que me puxem de volta quando eu estiver longe, preciso que me façam ver o que esta acontecendo. 
Preciso que alguém segure na minha mão e me mostre o caminho certo, porque sozinha eu não sou capaz de achar.
Alguém precisa me olhar carinhosamente nos olhos, me segurar pelos ombros e me chacoalhar dizendo que eu estou agindo igual uma maluca. 
Mas não, não é? 
É mais fácil me deixar ir do que dizer "não me afaste"
Eu só precisava escutar três palavras pra voltar, só precisava que me avisasse. 
E se tudo isso tivesse sido um teste, pra ver realmente se ia dar certo?
Deus eu não preciso de desculpas eu preciso da verdade, não tem que ter pena de mim.
Sabe o que me incomoda? 
Foi a coisa do desistir sem lutar.
Mas eu deveria ter visto todos os pontos não?
Deveria ter reparada em cada mudança, mas como sempre eu sempre deixo pra lá.
E agora o que e posso fazer?
Tentar de novo? Voltar ao presente? Ver a grande merda que eu fiz?
Deus eu não sei o que fazer
Não sei como posso concertar nada. 
Eu sei que eu tenho grande parte da culpa, mas os erros não foram só meus.
Quem desistiu sem lutar, quem me deu a pior desculpa possível.
Já disse ali que eu não preciso de desculpas e sim a verdade, não preciso que tenha medo ou pena só quero a verdade!
Eu só preciso de uma saída, só preciso que me mostrem o caminho a seguir, não quero o caminho fácil, nem o mais simples só quero o que seja o melhor pra seguir em frente.
Eu só espero que tudo isso vai valer de algo!

Kelly Clarkson - Stronger (What Doesn't Kill You)

domingo, 19 de agosto de 2012

Como vocês veem os personagens de LFA

 A tempos eu estou pra fazer esse post, mas sempre vou adiando.
Bem eu pedi pra que as pessoas que leem LFA me falassem como que elas viam o Allan e a Karla e bem algumas delas me falaram aqui no blog, outros foram lá no meu forms e algumas me responderam no site a onde eu postava LFA.
Devo dizer que fiquei surpresa com algumas das respostas que essas meninas me deram, mas realmente vi que vocês meninas veem o Allan como o cara perfeito... Mesmo.

As meninas que foram no meu forms me falaram que viam o Allan como o Ian Somerhalder...
A hora que eu li eu fiquei assim >> O.o
como assim o Ian? Os olhos dele são azuis e não verdes u_u


A Clara disse que via o Allan como o Chris Evans. 
outra cara de espanto O.o 


Ai a Evve e a Talita Oliveira me disseram que o Allan delas é o cara da capa *A foto que eu uso pra LFA*

Só que a Evve o imaginou com o cabelo joseph gordon-levitt em 500 dias com ela 

A  Carolzinha vê ele como uma mistura do cara da foto aqui em baixo com um outro que eu não consegui achar shaushaush



A Pamela o vê como Chace Crawford

Mais uma cara de espanto né O.o  

A Larii Callegari também o vê como como o Chris Evans ou até mesmo o Chace Crawford.


Agora sobre a Karla

Eu realmente vi uma certa, não sei se posso chamar de dificuldade, sobre como as pessoas veem a Karla .-. 
Posso estar enganada, mas como o gênio da Karla é forte e ela coloca isso pra fora no modo de falar, de agir, de se vestir... Isso dificulta um pouco  como visualiza-la 
Então poucas pessoas realmente veem a Karla em alguém.
Como a Carolzinha que a vê como a Leda Monster Bunny 


E a Larii Callegari que a "viu" como a Lindsey Bear



Então negada se mais alguém quiser me mostrar como vê os personagens de LFA, simples me mandem fotos ou o nome da pessoa.
eu realmente sou muito curiosa pra saber como vocês os veem *-*
podem me mandar pela caixa de comentário que fica aqui em baixo, ou pelo forms http://www.formspring.me/tattyta 
ou por onde vocês quiserem shaushaush

Beijos da tia Keller *-* 


sábado, 11 de agosto de 2012

Eu e minha sorte com LFA + Desabafo



Desde que comecei a postar LFA em agosto de 2011 tive sérios problemas com os Plágios... Ok não foi bem assim.
Em agosto eu postei no FB.
No final do ano em dezembro comecei uma nova jornada  postando LFA no Nyah, ok ai os problemas começaram.
1 - Lá pra Fevereiro perto do meu aniversario em uma busca tola procurando um Tumblr que pedira minha permissão pra postar LFA acabei achando uma postagem não autorizada de LFA e a partir dai as coisas ficaram ruins.
Foi horrível o que aconteceu eu fiquei dias discutindo as as leitoras da garota que postava LFA porque elas achavam que essa garota estava certa em pegar a minha Estoria e porta-la.
Ok, demorou alguns dias, muitas da minhas leitoras me ajudaram nessa primeira "batalha".
2 - Dentro dessa postagem achei um link que levava a um plagio de LFA, mas que por muita sorte já estavam em exclusão.
Depois desse episodio eu meio que fiquei sismada de postar LFA, sempre procurava pra ver se havia mais algum plagio e todos vocês sabem... QUEM PROCURA ACHA!
Segundo plagio, terceira postagem não autorizada.
3 - Uma garota no tumblr achou LFA a coisa mais linda e decidiu  posta-la colocando todos os créditos a ela, dizendo que a historia era dela e blá blá blá.
Foi Lá com a maior educação do mundo e pedi a menina que apagasse LFA porque não era certo já que quem escreveu fui eu e que era triste ver alguém copiando algo que você criou com tanto carinho.
Ok, a garota excluiu o tumblr e veio me pedir desculpas, eu aceitei é claro, não sou melhor que ela e todos comentem erro, mas mesmo assim disse que era triste ver isso e que nem um autor quer ser sua estoria plagiada.
4 - Bem passou um tempo... Duas semanas no máximo eu achei outra garota postando em um tumblr.
Desse vez era uma adaptação para Gomez e Bieber.
Eu sabia que essa garota havia pego LFA do Luar Mi Vida *Tumblr da Lorena* que eu havia autorizado a postagem.
Falei com a Lorena e foi horrível, houve uma série de confusões e mal entendidos, o que me deixou meio com raiva mas a garota apagou toda a estoria do tumblr dela.
Ok, respirei fundo e vamos seguir em frente.
5 - Até a sinopse de LFA aparecer magicamente em um blog que divulgava blogs de fanfic com certos quadros e tal.
Ok, de novo a tortura.
Revirei os olhos e fui chorava como sempre pra Carolzinha.
Eu deixei um recado nesse blog, mas nunca fui respondida =}
E por minha sorte o blog que eles estavam divulgando nunca foi pra frente.
E sabe essa havia sido a ultima vez que eu realmente vi um plagio de LFA acontecendo até...
6 - Até hoje!
Eu realmente odeio isso, eu estava dando uma olhada por ai e acabei achando mais um vez um plagio de LFA e sabe o quão isso é horrível, ter que passar por isso seis vezes?
Já é horrível passar por uma!
Bem um blog acabou de postar LFA em uma versão LuAr, em pouquíssimos dias *11*
E Deus o que essas pessoas tem na cabeça?
Não tem imaginação própria?
Não sabe vir falar com o autor e dizer " olha eu gostei da sua estoria, sera que eu podia posta-la?"
Não, não é?
Tem que roubar a ideia dos outros, tem que dizer "fui quem escreveu"
No fundo eu tenho dó dessas pessoas.
Eu devo ter uma historia incrível não é?
Porque poxa são seis, sete meses enfrentando plágios.
Devo ser uma pessoa muito foda pra criar algo que as pessoas querem tanto tirar de mim.
Eu tô cansada disso tudo, as vezes eu tenho vontade de excluir de todos os lugares LFA pra pararem com isso, tenho vontade de ter ela só pra mim, pra que outros não tenham a oportunidade nem se quer de ler um paragrafo, mas sabe meu problema é que eu penso de mais nas pessoas que começaram e não terminaram de ler e eu acabo ficando chateada com a ideia desas pessoas ficarem chateadas.
Mas eu realmente quero saber se essas pessoas dormem de noite sabendo que tentou roubar algo de alguém =}
Mas enfim só que que muitos pensam que plagiar não é legal e que isso é crime perante a lei brasileira, até mesmo as postagens sem autorização e com créditos.
E se vocês soubessem o quão e triste ver isso acontecendo provavelmente não o fariam, então eu só peso pra pensar um pouco antes de pegar uma estoria de alguém e postar pegando os creditos pra você mesmo.


PS: E sem esquecer de algumas pessoas que me ajudaram nesse tempo... Maah *minha primeira leitora*-** a Carolzinha, Lorena, Kira, Julia... E se eu tiver esquecendo de alguém eu provavelmente estou, desculpe-me, mas saiba que agradeço também *-*


PS²: Mas agora eu realmente estou deixando a caneta cair =}
Pra quem esperava LFA II eu realmente peço desculpas, mas eu não escrevo mais, já chega disso tudo. Por causa de alguns todos levam!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Tomb of Blood


Alguém estava em cima de uma garota com uma faca na mão, as luzes que vinham do ginásio clareava pouco, mas o suficiente pra ver a pior cena da minha vida. Ele a segurava em cima do tumulo de Nevieck com toda a força que tinha, ela se debatia e gritava e gritava, dava pra perceber o choro nos gritos, havia sangue na faca que ele segurava com uma das mãos em que a garota tentava impedir com uma das mãos que a esfaqueasse. Ele provavelmente já havia feito uma vez e estava tentando fazer de novo, ele... Ele queria matá-la.
- Me solta. – Ela gritou e nesse ponto eu já sabia quem era. 
- É a Dorothy. – Disse respirando fundo.
- O que esta acontecendo? – James perguntou tentando passar por mim e nesse instante a faca penetrou a pele dela á fazendo gritar. – Ele esta matando ela! – Ele disse alto de mais fazendo o assassino olhar em nossa direção.
Virei-me e empurrei James pra debaixo das plantas que havia perto da porta fazendo sinal pra James ficar quieto. Olhei pra trás e vi Matt indo em direção a ele.
- Não seu idiota. – Eu gritei saindo da onde estava, mas já era tarde Matt já havia ido pra cima. Voltei a onde James estava com os olhos arregalados e assustados. - Me escuta James. – Disse sussurrando e segurando seus braços. – Se tivermos sorte ele não te viu... Então você vai reuni toda a força e coragem que você ainda tem e vai até o diretor, se ele não estiver no refeitório ele esta no quarto, e depois que o chamar vai até a enfermaria e peça para que ela chame uma ambulância e venha até o tumulo de Nevieck... Você consegue? - Ele apenas balançou a cabeça em um sim. – Consegue lembrar-se de tudo o que eu disse?
- Chamar o diretor e a enfermeira. – Concordei com a cabeça.
- Depois você vai pro seu quarto, tranca a janela e a porta, depois que acabar eu vou ao seu quarto, ok? – Perguntei calma ainda em um sussurro e ele novamente concordou com a cabeça. – Corre.
- E você? – James chorou.
- Eu vou tentar ganhar tempo aqui junto com Matt até o Diretor chegar. – Disse. – Agora vai garoto, não sei se Matt agüenta segurar ele. – Beijei sua testa e o soltei.
- Boa sorte. – Ele me olhou pela ultima vez e saiu correndo entrando no corredor do ginásio.
- Obrigada. – Disse pro vento. – Agora é sorte. – Fiz o sinal da cruz e fui em direção ao Tumulo.
- Levick. – Dorothy sorriu. – Amem. Olha eu acho que não tenho muito tempo nesse mundo, é o seguinte, diz pra minha mãe que eu a amo muito e que eu vou finalmente ver meu pai novamente, que ela adoraria ser avó... E o mais importante, diga a Victor que eu tentei nos saltar até o ultimo minuto, mas eu não consegui. – Ela começou a chorar.
- Você esta... – Eu olhei pra sua barriga e o desespero me tomou. – Ai meu Deus... O que... – Tirei o resto de sua blusa de cima de sua barriga e havia varias marcas de facada. – Quantas vezes ele te acertou?
- Não sei... Umas quatro pelo menos... Levick promete pra mim que vai dizer. – Ela segurou meu braço com força.
- Você vai dizer. – A encarei.
- Não da tempo. – Ela chorou.
- Da sim. Você vai falar com sua mãe, e com Victor, você não vai ver seu pai ainda, não é hora. – Segurei sua mão.
- Eu já perdi meu filho, não tenho mais o que fazer aqui. – Ela disse triste. – Levick... É ele mesmo ok, é um homem, tem muita força.
- Você tá sangrando muito... – Disse a ignorando.
- Levick. – Matt me chamou e eu olhei pra ele.
- Vai lá Levick, eu já estou morta.
- O QUE ESTA AVENDO AQUI? – Escutei o senhor Wilson gritando e quando olhei para trás ele estava lá nos olhando assustado.
- Droga. – Escutei Matt dizer e olhei pra ele que sangrava no peito e no abdômen, o homem aproveitou a distração de Matt e saiu correndo. – EU VOU MORRER, EU VOU MORRER, SOCORRO, SOCORRO, CADÊ A ENFERMEIRA? EU TÔ SANGRANDO!
Dorothy começou a rir e a chorar ao mesmo tempo.
- Não faz esforço Dorothy, não se mexe, por favor. – Pedi a olhando. – Eu vou chamar o Victor. – Disse desviando meu olhar para o diretor. – James foi chamar a enfermeira?
- Sim. – Ele concordou.
- Tomem conta dela... – Pedi me afastando. – Tem que dar tempo. – Disse pra mim mesma.
Entrei no corredor que dava do ginásio dando de cara com a enfermeira. – Dorothy foi esfaqueada, varias vez, Matt esta sangrando, chamo a ambulância? – Perguntei desesperada.
- Sim Alysha, já chamei. – Ela concordou assustada.
- Então vai. – Disse indo em direção aos dormitórios.

...

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Projeto 365 - 175ª

 

Vida sem vida


Era noite, chovia muito os trovões eram horríveis estávamos eu, meu irmão, meu pai e minha mãe no carro, nós riamos por uma besteira que Jack dizia, meu pai queria chegar logo em casa e por isso resolveu acelerar mais o carro, todos nós percebemos quando o carro deu a primeira deslizada, mas ao invés dele reduzir acelerou mais, o carro deslizou para a outra pisca e eu só me lembro de um caminhão buzinando e os faróis vindo em nossa direção. 
- Jack a Lisa. – Minha mãe gritou e Jack colocou o corpo sobre o meu...

- NÃOOOOOOO. – Gritei levantando da cama com desespero e com lagrimas nos olhos.
- O mesmo sonho? – Carine me perguntou e eu assenti. Ela se levantou da cadeira e veio me abraçar. – Eu sinto muito.
- Eles eram tudo que eu tinha. – Disse soluçando.
- Eu sei Lisa. – Ela tinha lagrimas nos olhos. – Meus pais pediram a sua guarda provisória.
- Obrigada Carrie, você é uma ótima amiga. – Tentei controlar o choro, mas não conseguia. – Sabe quando eu vou ter alta?
- Não linda, não sei. – Ela se lamentou. – Quer alguma coisa pra comer? Eu peço pra te trazerem.
- Não, eu estou bem. – Limpei as lagrimas com as mãos.
- Vou buscar alguma coisa pra eu beber, se eu demorar bipa a enfermeira.
Havia duas semanas que eu havia perdido meus pais e meu irmão em um acidente de carro, havia duas semanas que eu estava em um hospital. Eu não conseguia andar, minha perna estava com uma bota pra proteger o local diz o medico que é porque a torçam foi feia, meu braço direito estava um lixo não conseguia move-lo direito porque a lataria do carro entrou no antebraço, eu tinha hematomas por todo o corpo, o que me fazia só querer ficar deitada pelas dores. Eu deveria me ajoelhar e agradecer muito a Deus por eu ter saído viva sem muitas conseqüências, mas o que adiantaria estar viva e estar sozinha? 

domingo, 5 de agosto de 2012

The Hunters *historia paralela a 31dO*


Olhou pelo olho mágico, tirou uma faca da bota abriu a porta e a fechou em seguida.
- O QUE ESTA FAZENDO AQUI? – Ela perguntou elevando a voz.
- O que você acha que eu estou fazendo aqui Alex? – Henrique perguntou calmo.
- Eu quero vá embora...
- Eu não vou embora sem conhecer...
- EU NÃO QUERO VOCÊ AQUI HENRIQUE, JÁ CHEGA O QUE ACONTECEU NA ITÁLIA, NÃO BASTA PRA VOCÊ? – Alex tinha um tom triste.
- ALEX HÁ DOIS ANOS TE PROCURO, VOCÊ TEM IDÉIA DO QUE É ISSO? HÁ DOIS ANOS ESTOU ATRÁS DE VOCÊ...
- VOCÊ ESCOLHEU ASSIM!
- NÃO... VOCÊ ESCOLHEU VOCÊ FOI EMBORA, EU NEM TIVE CHANCE DE DIZER PRA NÃO IR, SABE QUANTO É HORRÍVEL SABER QUE EU TENHO UM FILHO E NÃO SABER SE UMA MENINA OU UM MENINO, SABE O QUANTO É RUIM FICAR LONGE DE UM CRIANÇA QUE EU NEM AO MENOS CONHEÇO, UMA LIGAÇÃO ALEX, VOCÊ ESCOLHEU, VOCÊ FOI EMBORA, QUANDO FUI TE PROCURAR VOCÊ NÃO ESTAVA MAIS NO PAÍS...
- Você não ia querer a criança. – Alex abaixou a voz e guardou a faca.
- Não diga o que não sabe. – Henrique também abaixou o tom de voz.
- Você me deixou assim que deitei na mesma cama que você. – Começava a escorrer lagrimas dos olhos Alex.
- Alex eu era um pirralho, um moleque que não sabia o que era perder alguém... Eu não sabia que tudo isso ia acontecer. – Henrique olhava diretamente nos olhos de Alex.
- Mas fez e tudo isso aconteceu. – Ela virou de costas e entrou no apartamento. – Vai ficar ai? – Ela olhou por cima dos ombros.
- Tá me convidando pra entrar? – Ele perguntou com meio sorriso.
- Achei que queria conhecer alguém. – Alex deu de ombros e entrou mais no apartamento. Henrique colocou o pé dentro do lugar e olhou tudo com calma.- Se você continuar olhando muito vou te colocar pra fora. – A garota ameaçou.
Ele revirou os olhos e seguiu Alex até a cozinha.
- Alex sua perna esta sangrando. – Claire avisou.
- Aé. – Ela foi até a pia da cozinha molhou um pano e limpou a pele. – Claire esse é Henrique, Henrique essa é a Claire e seu filho Charles.
- Você é o que aprendiz da Alex? – Henrique perguntou encarando Charles.
- É ela não me aceitou como amante. – Charles disse com um sorriso maroto.
- Aquele Henrique? – Claire perguntou com os olhos arregalados, Alex respondeu com a cabeça e Claire encarou Henrique. – Prazer Claire Hill caçadora aposentada.
- Claire Hill? – Henrique apertou a mão da mulher assustado.
- Sim.
- Claire Hill tá cuidando de você? – Henrique olhou Alex que ainda limpava o ferimento.
- Reformule essa pergunta Henrique. – Ela disse sem olhá-lo.
- Bem que seus pais disseram que você estava em boas mãos. – Ele sorriu animado.
- Péra ai... Mãe o que esta acontecendo? – Charles perguntou.
- Depois conversamos eu quero saber uma coisa antes, O que esta fazendo aqui Henrique? – Claire perguntou séria.
Ele olhou pra Alex que estava séria.
- Vim conhecer meu filho... Ou filha. – Ele respondeu pensativo.
- Espera. – Charles mais uma vez cortou todo mundo. – Você abandonou as duas e agora quer conhecer seu filho?
- Já disse pra não tirar suas próprias conclusões Charles. – Alex caminhou até a geladeira e tirou duas latinha de refrigerante jogando uma pra Henrique. – Ele nunca abandonou a criança eu sai da Itália no mesmo dia que contei a ele.
- Mesmo assim, depois de dois anos ele vem te procurar...
- Eu vou bater nele. – Henrique olhou pra Alex que deu risada. – Assim que a madame aqui foi embora, eu fui na casa dos pais dela saber a onde estava, e olha que legal ninguém quis me dizer a onde estava, dei seis meses pra você se instabilizar no pais, fiquei seis meses tentando achar uma pista pra saber em que cidade estava, tive um problema nos meses seguinte e tive que adiar minha caça pessoal, e sabe quando eu descobri que você estava aqui? – Alex balançou a cabeça em um não. – Há duas semanas quando seus pais mandaram material pra cá. Você é uma garota difícil de se localizar. – Ele bebeu alguns goles do refrigerante.
- A onde esta o Elliot? Eu sei que esta com você. – Alex insistia em olhar o nada.
- Tá por ai... Mandei ele dar uma volta enquanto te seguia. – Ele deu risada.
- Ele ainda tem coragem de mentir pra mim. – Ela deu risada.
O lugar fico em silencio até Charles cobrar sua mãe.
- Você ainda me deve explicações senhora Hill. – Ele a encarava.
- Eu fui uma caçadora antes de você nascer, quando nasceu me aposentei disse que não ia mais caçar, é perigoso quando se tem um filho... – OS três olharam Alex que retribuiu o olhar assustada.
- Eu disse que ia parar, Claire disse que não, eu tentei. – Alex tomou um gole do refrigerante.
- MÃE. – Abbie gritou do quarto.
O coração de Henrique acelerou de uma maneira que ele não conseguia explicar, mas seu corpo congelou, ele não se movia. Alex revirou os olhos quando viu a ação de Henrique. Ela foi até o quarto e pegou a menina no colo.
- Que amor? – Ela perguntou beijando o rosto da menina.
- Tem alguém no meu quarto, eu vi... Tava perto de mim. – Ela chorava.
Alex mais uma vez olhou por todo o quarto.
- Desculpa queria ver se era parecida com o pai ou com a mãe. – Elliot coçou a cabeça.
- Desgraçado sai daqui. – Ela o chutou. – Não se assusta crianças nunca te disseram isso?
- Já, mas eu estava curioso. – Ele saiu do quarto sem jeito.
- Pronto amor não era nada, ele é um amigo da mamãe, só queria te ver. – Alex tentava acalmar a criança que teimava em chorar. – Tem uma pessoa que quer te ver, mas se continuar a chorar eu não te levo pra ver.
A menina com dificuldade parava de chorar aos poucos.
- Urso. – Ela apontou pro ursinho que estava em cima da cama. Alex o pegou e olhou mais uma vez pra menina.
- Paro de chorar ou tem mais? – Abbie respondeu com um não. – Posso te levar pra conhecer essa pessoa? – e mais uma vez a menina balançou a cabeça, mas dessa vez em um sim.

- O que tá fazendo aqui Elliot? – Henrique perguntou encarando o amigo.
- Vim conhecer... Esquece, vim te fazer companhia. – Elliot sorriu.
- Aham, é o que? – Henrique ainda olhava Elliot.
- Ela tá vindo com a criança Henri você esperou dois anos não pode esperar mais alguns minutos?
- Não.
Alex apareceu no corredor e olhou Henrique que mais uma vez congelou.
- Tá nervoso? – Elliot perguntou rindo.
- Idiota. – Henrique deu um soco no braço de Elliot.
- Era só falar que não.
- Vem. – Alex esticou a mãos e a menina a segurou.
- Colo. – Ela ergueu os braços segurando o ursinho.
- Ok Ok. – Ela se inclinou e pegou a menina no colo e se aproximou de Henrique.
- É uma menina. – Henrique sorriu e deu alguns passos a frente até ficar frente a frente com a menina. – Tem seus olhos... Você não me disse como colocou o nome dela. – Ele desviou seu olhar para Alex.
- Er... – Alex desviou seu olhar para o chão. – Abigail.
Henrique a encarou sem expressão demorou alguns minutos pra digerir.
- Você colocou o nome dela de Abigail?
- Eu sabia que você gostava. – Alex sorriu timidamente.
- Oi Abbie. – Henrique abriu um sorriso maior que ele e a menina se escondeu no pescoço da mãe. 
- Abbie... Você sabe quem é ele? – Alex perguntou tentando olhar a menina que tentava se esconder.
- Olha o que você tá perguntando é lógico que ela não sabe quem eu...
- Papai. – A menina disse tímida.
-...Sou! – Henrique complementou abismado. – O que ela disse?
- O que ele é seu Abbie? - Alex perguntou.
- Meu pai? – A garota perguntou olhando sua mãe pra ter certeza, e Alex fez um sim com a Cabeça.
- Eu preciso escutar isso de novo. – Henrique disse sem acreditar. – Abbie... Eu sou o que seu?
- Papai. – Ela repetiu fazendo Henrique abrir mais um sorriso.
- Abigail... – Henrique a chamou e a menina se encolheu.
- Tá bravo? – A menina perguntou tímida.
- Não meu anjo, porque estaria? – Henrique perguntou olhando a garota.
- Porque mamãe só me chama de Abigail quando tá brava comigo. – A menina respondeu o olhando.
- Gosto do seu nome, por isso te chamei de Abigail. – Ele sorriu.
Abbie esticou os bracinhos em direção a Henrique. Ele olhou para Alex que tinha um sorriso contendo no rosto.
- Posso? – Ele perguntou.
- Ela é sua filha não é? – Alex perguntou e entregou Abbie a ele.
- Filha. – Henrique sussurrou pra menina a abraçando. 

sábado, 4 de agosto de 2012

31dO - Entre dois lados - Allan Herlland II


- Você era apaixonado por ela? – Alicia me perguntou olhando o nada. – Porque você não foi transformado tão velho assim, você é novo... Fisicamente falando.
- Na verdade não... Eu a conheci por acaso e vivi com ela até se matar. Na época eu queria distancia dos meus pais e fui pra outro país. – Respondi. – Eu não fui transformado.
- Você não é mestiço, sei que reage a água benta, e provavelmente a prata... Então como não foi transformado?
Sorri.
- Fui gerado por dois vampiros. – Seus olhos se arregalaram, mas depois sua expressão era de desconfiança. - É eu sei é impossível de acreditar, pra tudo mundo é, só que eu sou uma coisa tão rara que só existe mais um. – Peguei a pinça e o estilete e entreguei a ela.
- Ok, isso é difícil de acreditar. – Ela pegou na minha mão e colocou na bolsa.
- É eu sei. Quando me falaram que não existia outro vampiro que foi gerado por vampiros foi estranho, saber que eu era o único, mas soube de Dalila que é cem anos mais velha que eu. – Peguei minha blusa não mão e encarei os furos que havia por causa das balas. – Eu gostava dessa blusa.
- Ainda bem que você não parece ter quinhentos anos. – Ela sorriu.
- Parei nos dezoito. – A encarei.
- Isso me tenta... – Seus olhos estavam iluminados. - Parar de envelhecer, é o lado ruim de ser caçadora, a imortalidade de vocês me tenta, e tenta a todos que os caçam, Muito de nós morreram por procurar a imortalidade.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Mais um trecho perdido de LFA II

- Allan... – Ela me gritou e eu estava achando que ela achou minhas revistas.
- Que? – Perguntei pausando o jogo.
- O que é isso?
- Como eu vou saber? – Perguntei olhando o teto.
Ela apareceu na sala e eu desviei meu olhar pra ela.
- Isso. – Ela me jogou a caixinha de veludo que provavelmente era de um anel.
O abri e acabei serrando os dentes. Era o anel de noivado que eu havia comprado pra Viviane. A pedra estava riscada e provavelmente o arco também porque havia jogado ele contra a parede. Eu nem ao menos me lembrava dele.
- Um anel. – Respondi fechando a caixinha e jogando de volta pra Karla.
- Um anel de noivado Allan. – Ela me corrigiu. – Pra quem era?
- Karla joga isso fora, ou empenha. – Disse voltando pro meu jogo.
- Allan eu quero saber. – Ela estava calma, mas mesmo assim iria ser difícil.
- Não quer não.
- Pra quem era?
- Eu não quero entrar nesse assunto. – Voltei a olhá-la.
-  EU QUERO SABER PRA QUEM ERA ALLAN DAVID STEWART! – Agora fodeu.
Respirei fundo e a encarei.
- Era pra Viviane. – Respondi.   

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

31dO - Reencontro - Daniella Herlland


Primeiro dia...
Eu estava andando nas ruas aproximadamente a uma da amanha, a cidade era conhecida pelos assaltos noturnos, nada que me colocasse medo de verdade, só se um desses assaltantes fosse um nosferatu.
Nosferatu para muitos é a mesma coisa de vampiros, nós temos que descordar por partes dessa teoria, sim eles são vampiros só que os primeiros vampiros os de sangue puro, os que realmente saíram do ventre de Lilith, eu nem ao menos acredito em Lilith, mas se o velho testamento diz, quem sou eu mera anciã de seiscentos e setenta e três anos, nó corpo de uma de vinte e três pode dizer contra isso?
Eles são os clássicos vampiros, aqueles que queimam ao se expor no sol, que dormem em caixões, sofrem danos em contato com alho, não se vêm nos espelhos, é meio estranho, mas como eles são os primeiros da raça precisão disso.
E como é que eu e minha adorável família não temos esses problemas?
O sangue dos nosferatus foras filtrados conforme eles foram transformando outras pessoas e com isso nossa espécie foi sofrendo modificações.
Iria começar as aulas no dia seguinte, eu não estava nervosa por dar aula,já avia feito isso antes, o que me preocupava era se eu não iria matar ninguém.
Meu salto era o único que fazia algum barulho a quilômetros até um menino que vinha caminhando de frente comigo e me encarou por alguns segundos.
- Você não deveria estar andando pelas ruas a esse horário sozinha moça, a cidade é muito perigosa, ainda mais pra uma mulher, não que mulher não tenha capacidade, mas é que eles se aproveitam. – O garoto parecia realmente preocupado.
- Aprecio sua preocupação, mas não tem com o que se preocupar. – Sorri e continuei a andar.
- Eu sei que é nova na cidade, evite o lado norte. – Concordei e continuei a andar.
Sempre o lado norte!

Qual era o problema do lado norte afinal?

Projeto 365 - 174ª


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Um trecho perdido de LFA II


- Você quer o que Ashley? Matá-la? - Perguntei sério. – Quer matar sua filha, já não basta ter dito a ela que a preferia morta, agora quer fazê-lo também? Não acredito que fez isso a ela, não acredito. – Virei às costas e sai de perto dela.
- Não foi de propósito Allan…
- Olha Ashley você só destrói a vida dela. – Me virei para olhá-la. – Você a fez entrar em depressão, ela se cortava por sua culpa, ela bebia por sua culpa, você é mãe dela suas palavras a afetam, você disse que ela estava gorda, pois bem agora olha pra ela e vê te ter orgulho do que você esta fazendo com a sua filha, ela não é uma boneca que não sente Ashley, ela é um ser humano que acima de tudo quer agradar a mãe de certa forma, quer ter a aprovação dela, e você só faz merda, não sabe olhar pra ela e dizer que esta bonita, só abre a boca pra apontar os defeitos dela, não sei se lembra, mas ela foi jurada de morte e em que momento você esteve do lado dela? Em que momento? Você nem a olha nos olhos quando fala com ela. Ela pode passar messes fora de casa e você nem ao menos se levanta para lhe abraçar quando passa da porta. E agora quer o que? Olhar pra ela e dizer eu sinto muito? Sinto lhe informar Ashley, mas isso não vai resolver o caso dela. Ela esta em uma cama e por sua causa. – Me virei de costas mais uma vez e sai dali antes que eu resolvesse dar um jeito naquilo que deu vida a mulher que eu ia me casar.

PS da tia Keller: Pensando ainda se essa parte vai fazer parte da historia ‘-‘